quarta-feira, 27 de junho de 2012

Projetos de Aprendizagem

Colegas!

Como estamos estudando, refletindo e planejando uma tentativa de trabalho com projetos de aprendizagem, quero deixar como sugestão um link para o "Projeto Amora" - desenvolvido pelo Colégio Aplicação.
Neste espaço há bastante informação sobre o trabalho com projetos de aprendizagem, textos de apoio, trabalho de alunos, organização do grupo de professores, enfim, várias dicas para  auxiliar no planejamento de nossas atividades.
Vale a pena conferir!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Oficinas Projeto UCA

No último sábado, dia 02 de junho, foi realizado o primeiro encontro coordenado pelo grupo de pesquisa da Universidade de Passo Fundo. As estagiárias Bruna, Gabriela e Jeanine foram as responsáveis por este encontro.
A proposta é seguir um calendário que foi organizado por ordem de dificuldade dos programas disponíveis no laptop educacional, sempre aos sábados pela manhã.
O conteúdo deste dia foi informática básica, através do Kword e os recursos da câmera.
Além dos professores, um grupo de alunos também foi convidado a participar destas oficinas, para que atuem como alunos monitores, auxiliando o professor em sala de aula.
 














 












O próximo encontro está marcado para o dia 16 de junho e será trabalho com os jogos disponíveis no laptop.
Com certeza é uma excelente oportunidade para conhecer e aprofundar os conhecimentos quanto ao uso do laptop.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Conselho de Classe

Que momento difícil..., realizar conselho de conselho!
Estamos há uma semana trabalhando com os conselhos de classe. Primeiramente com o grupo de professores, analisando as turmas, comentando as dificuldades, citando os alunos que estão com baixo rendimento, os que apresentam problemas de disciplina... e por aí vai. E aí no finalzinho, pra não dizer que só tratamos de problemas, conseguimos citar alguns alunos que são destaque durante o trimestre. 
Como seria bom se a lista de alunos destaque fosse maior do que a lista de alunos com problema de rendimento. Como seria bom se conseguíssemos encontrar uma solução para os problemas do cotidiano da escola. Por que será, que em se tratando de educação tudo é sempre tão complicado? Por que não pode haver solução mais simples e imediata?
Depois então foi a vez dos conselhos nas turmas. Um trabalho cansativo e as vezes repetitivo, pois muitos problemas se repetem em diferentes turmas. A expectativa é que todo este trabalho não tenha sido em vão e que nossos alunos consigam reconhecer a importância deste momento e a necessidade de refletir sobre suas atitudes como estudante.
O objetivo maior da escola é, e acredito que deve ser sempre,  promover o sucesso do aluno, através de uma educação de qualidade. Mas, para existir qualidade na educação é fundamental a participação e empenho também do aluno.

Um ótimo final de semana a todos!
Ana Rúbia.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Bullying

Já que o bullying é um assunto sempre em pauta em nossa realidade escolar, compartilho aqui mais uma leitura: http://projetospedagogicosdinamicos.com/terra_sem_bullying.html

E também o endereço de um blog que aborda este tema: http://garagemsocial.blogspot.com.br/

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Refletindo sobre a minha área de formação universitária, a Educação Física, gostaria de compartilhar um trecho de uma entrevista, com Marcos Neira (especialista da Universidade de São Paulo), concedida à Revista Nova Escola.
Achei muito interessante suas colocações e fiquei refletindo sobre muitos aspectos que devemos analisar no cotidiano de nossas escolas. Tarefa nada fácil, principalmente para quem pensa que dar aula de Educação Física é "barbada".
Segue o trecho da entrevista:
 
Qual é o objetivo da Educação Física escolar hoje?
NEIRA É o mesmo objetivo da escola: colaborar na formação das pessoas para que elas possam ler criticamente a sociedade e participar dela atuando para melhorá-la. Dentro dessa missão, cada disciplina estuda e aprofunda uma pequena parcela da cultura. O que a Educação Física analisa é o chamado patrimônio corporal. Nosso papel é investigar como os grupos sociais se expressam pelos movimentos, criando esportes, jogos, lutas, ginásticas, brincadeiras e danças, entender as condições que inspiraram essas criações e experimentá-las, refletindo sobre quais alternativas e alterações são necessárias para vivenciá-las no espaço escolar.
Como deve ser uma aula ideal?
NEIRA Certamente não deve ser a do tipo "desce para a quadra, corre, corre, corre, sua, sua, sua e volta para a sala". A Educação Física proposta na escola não pode ser a mesma proposta em outros espaços. Se é apenas para o aluno se divertir, existem lugares para isso - ginásios públicos e centros comunitários, por exemplo. Se é somente para aprender modalidades esportivas, melhor procurar um clube ou uma academia. A escola não serve para formar atletas, mas para refletir e entender as manifestações culturais que envolvem o movimento.
Um exemplo concreto: como abordar o futebol nessa perspectiva?
NEIRA O trabalho pode começar com a turma experimentando jogar futebol, mas não pode parar por aí. A vivência de qualquer modalidade na escola exige reflexão e adaptação. Propondo uma pesquisa, é possível levar os alunos a conhecer outros tipos de futebol - de campo, de quadra, de areia, feminino -, conhecer quem pratica o esporte hoje, como se jogou no passado e como se pode jogar na escola. É importante que eles saibam, por exemplo, que o esporte já foi praticado sem juiz, que os atletas não tinham números na camisa e que o pênalti era cobrado de outra maneira. Com base nessas informações, voltam à prática já atentos a novas questões: é preciso arbitrar os jogos? Como fazer meninos e meninas participar simultaneamente? E as crianças com deficiência?
Apesar de a disciplina ter se tornado mais reflexiva, as atividades práticas continuam sendo importantes?
NEIRA É claro. A vivência segue sendo fundamental porque é somente por meio dela que a turma sente a necessidade de fazer adaptações, algo presente em todas as modalidades. Afinal, elas se transformam conforme "conversam" com a sociedade. O voleibol, por exemplo, mudou seu sistema de pontuação principalmente para se adaptar às transmissões de TV. Essa lógica vale para todas as manifestações corporais, mesmo as mais lúdicas. Quando alguém brinca de pega-pega na rua, brinca de certo jeito. Quando vai brincar com 35 crianças na escola, precisa adaptar a atividade para que ela funcione.
Campeonatos e festivais esportivos continuam tendo espaço?
NEIRA Particularmente, acho que montar uma seleção com seis a 12 alunos e deixar 300 sem aula para disputar uma competição é fabricar adversários. Não podemos partir do pressuposto de que um pequeno grupo vai ser privilegiado e participar da atividade enquanto a maioria vai apenas torcer, ou nem isso. Agora, se os educadores consideram a competição algo importante, é possível, sim, organizar eventos, mas de uma perspectiva diferente. Sugiro, por exemplo, combinar de levar uma turma de 5ª série para jogar com a de uma escola próxima, negociar regras, fazer todo mundo participar da experiência e realizar uma avaliação conjunta depois, discutindo o que os jovens acharam da atividade e como melhorá-la numa próxima vez.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Jogo online

Este jogo é bem legal para trabalhar em sala de aula e até mesmo para os professores testarem seus conhecimentos da língua portuguesa.
Ele oferece a opção para escutar a palavra e depois você deve escolher a opção correta para escrita.
Achei bem bacana! Para jogar acesse o link abaixo:

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Atualizando o navegador no laptop educacional.

Tutorial para atualização do navegador


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Este tutorial foi elaborado para ajudar os professores a atualizar o navegador da internet no laptop educacional que utiliza o sistema linux metasys.
O estagiário Rafael foi o colaborador na produção deste material.